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Blog Mens Sana

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10

de Novembro de 2017

Palestra

Dia 06 de Dezembro de 2017  às 20H no Grêmio Recreativo dos Empregados da Cia. Paulista teremos em Rio Claro a palestra “O que é Impossível para Você?” com o querido Marcos Rossi.  Será uma oportunidade única para refletir sobre quais são nossos desafios e como nós os enfrentamos. Até lá!

 

Ingressos á Venda a partir do dia 13/11/2017 no Shopping da Água e do Filtro:
Avenida 29 – 1480 – esquina com Rua 14
Bairro do Estádio – Rio Claro – SP
Telefone: 3532-5519

 

HÁBITO ou VÍCIO

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4

de Agosto de 2017

HÁBITO ou VÍCIO

 

Distinguir hábito de vício pode ser uma tarefa complicada, por ser difícil julgar os costumes de uma pessoa pelas atitudes tomadas no dia-a-dia. Por exemplo: uma pessoa tem o hábito de jantar em família, mas nada impede que eventualmente jante com os amigos do trabalho. Porém, parar de tomar aquela “cervejinha” depois do expediente é uma decisão bem mais difícil de ser tomada, e poderia ser enquadrada num vicio pela bebida. "O hábito é um condicionamento, a pessoa pode ou não fazê-lo. O vício não é fácil de deixar de fazer, passa a ser uma necessidade" descreve o psicólogo Jadir Lessa.

 

Escovar os dentes, por exemplo, é um hábito diário e necessário. Todo mundo sabe. Mas ninguém vai ficar desesperado caso aconteça o imprevisto de dormir fora, sem uma escova de dente por perto. Já o vício é uma necessidade e tem relação direta com a satisfação de um prazer. "O vício está ligado à dependência física ou psíquica. A pessoa pode até ter crises na falta do objeto ou situação de que seja dependente", relata a psicóloga Vera Soumar.

 

Habito é aquilo que você faz conscientemente, mas corre o risco de virar um vício, se o fizer impulsivamente e sem controle. Caso você necessite daquilo e lhe cause até um desconforto, uma dependência física ou psíquica, até para as coisas normais do dia-a-dia, então é vício.

 

Você tem um hábito de fazer uma oração ao entrar na sua empresa ou ao se levantar da cama pela manhã, mas não vai deixar de trabalhar ou de tomar seu café se não o fizer, então é apenas um hábito, diga-se de passagem, muito bom.

 

A impressão que tenho é que as pessoas admitem ter hábitos, mas não gostam de admitir que são viciadas em algo. Mas conheço muita gente viciada em chocolate, no futebol de final de semana, em correr na estrada, e tantos outros vícios considerados (pelos viciados) hábitos inofensivos. Conheço até fumantes que dizem que fumar não é um vício e que largam de fumar quando quiserem, e se justificam dizendo: “só não paro de fumar porque não quero”. E ser contrario à opinião destas pessoas, pode causar conflitos de proporções gigantescas.

 

 

"De nada adianta consumir tanta informação sobre o mundo em que vivemos, se ignoramos o infinito mundo interior que somos"          (autor desconhecido)

 

Pedro Mazine – Hipnólogo, Master Coach, Terapêuta holístico e proprietário da Mens Sana Desenvolvimento Pessoal – www.menssana.com.br

Quer uma vida melhor?

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28

de Julho de 2017

Quer uma vida melhor?

Então responda estas duas perguntas:

 

1 – O que você realmente DESEJA para sua vida?

2 – Concorda em “pagar o preço”?

 

 

DESEJAR uma nova condição de vida e sair do estado de dor, incômodo, angústia, ansiedade ou qualquer tipo de conflito que a pessoa se encontra, é muito mais profundo do que simplesmente almejar um estado físico, emocional ou mental melhor.

 

É, sobretudo, ter uma pré-disposição a “pagar o preço” da mudança. Entender e aceitar as dores e incômodos do processo de reabilitação para se alcançar o novo “estado desejado”

 

Nós, seres humanos, temos uma natural aversão à mudança, pois ela causa desconforto e exige um esforço extra. Preferimos, por premissa, nos manter seguros em nossa “zona de conforto”.

 

Toda mudança exige uma renúncia; a negação de sair da “zona de conforto”. “Se vou pra outro lugar, estou imediatamente negando ficar onde estou”. Mudar causa desconforto, incômodo e dor que, naturalmente, evitamos. Ou seja, evitamos o desconforto e consequentemente, evitamos a mudança.

 

Uma maneira de superar este desconforto é entender que a recompensa, ou melhor, o “valor” da condição melhorada seja maior que a dor do processo de mudança.

 

Eis o grande paradoxo: queremos mudar para melhor sempre, mas, ao mesmo tempo, rejeitamos o desconforto causado pela dor da mudança, nem sempre estamos dispostos a “pagar o preço”.

 

Exemplificando: as pessoas querem saúde, um corpo bonito com o peso ideal, mas ocorre que, para tanto, é preciso “pagar o preço”: consultar um profissional nutricionista ou um médico nutrólogo, comer alimentos saudáveis e na quantidade adequada, fazer atividades físicas orientadas por um educador físico e tomar bastante água.

 

Se sua resposta foi e permanece sendo “sim” para a segunda pergunta feita no inicio deste texto, meus parabéns! A chance de conquista dos seus desejos está mais próxima.

 

 

Pedro Mazine – Hipnólogo, Master Coach, Terapêuta holístico e proprietário da Mens Sana Desenvolvimento Pessoal

Curso de Hipnose - 22 e 23 de julho

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23

de Junho de 2017

Curso de Hipnose - 22 e 23 de julho

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  • Melhorar o desempenho profissional
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Curso destinado a quem deseja auxiliar ao próximo a si próprio, bem como aqueles que desejam aprimorar seus conhecimentos.

 

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 Maiores informações envie WhatsApp para: 19 9.9286-3339 (Pedro Mazine)  /  9.9263-2877 (Rogério Santos)

Tire suas dúvidas pelo Facebook 

 

Para saber mais:

 O que é Hipnoterapia?